Terça-feira, 26 de Junho de 2007

elogio ao amor

Parece-me que ja ninguem se apaixona de verdade. Ja ninguem quer viver um amor impossivel. Ja ninguem aceita amar sem uma razao.
Hoje as pessoas apaixonam-se por uma questao de pratica. Porque da jeito. Porque sao colegas e estao ali mesmo ao lado. Porque se dao bem e nao se chateiam muito. Porque faz sentido. Porque e mais barato, por causa da casa. Por causa da cama. Por causa das cuecas e das calcas e das contas da lavandaria. Hoje em dia as pessoas fazem contratos pre-nupciais, discutem tudo de antemao, fazem planos e a minima entram logo em "dialogo". O amor passou a ser passivel de ser combinado. Os amantes tornaram-se socios.
Reunem-se, discutem problemas, tomam decisoes. O amor transformou-se numa variante psico-socio-bio-ecologica de camaradagem. A paixao, que devia ser desmedida, e na medida do possivel. O amor tornou-se uma questao pratica.
O resultado e que as pessoas, em vez de se apaixonarem de verdade, ficam "praticamente" apaixonadas.
Eu quero fazer o elogio do amor puro, do amor cego, do amor estupido, do amor doente, do unico amor verdadeiro que ha, estou farto de conversas, farto de compreensoes, farto de conveniencias de servico. Nunca vi namorados tao embrutecidos, tao cobardes e tao comodistas como os de hoje. Incapazes de um gesto largo, de correr um risco, de um rasgo de ousadia, sao uma raca de telefoneiros e capangas de cantina, malta do "ta bem, tudo bem", tomadores de bicas, alcancadores de compromissos, bananoides, borra-botas, matadores do romance, romanticidas.
Ja ninguem se apaixona? Ja ninguem aceita a paixao pura, a saudade sem fim, a tristeza, o desequilibrio, o medo, o custo, o amor, a doenca que e como um cancro a comer-nos o coracao e que nos canta no peito ao mesmo tempo? O amor e
uma coisa, a vida e outra. O amor nao e para ser uma ajudinha. Nao e para ser o alivio, o repouso, o intervalo, a pancadinha nas costas, a pausa que refresca, o pronto-socorro da tortuosa estrada da vida, o nosso "da la um jeitinho sentimental".
Odeio esta mania contemporanea por sopas e descanso. Odeio os novos casalinhos.
Para onde quer que se olhe, ja nao se ve romance, gritaria, maluquice, facada, abracos, flores. O amor fechou a loja.
O amor e quando se quer estar com a outra pessoa, mesmo que seja diferente de nos, pensar nela, comecar a sorrir quando nos lembramos de uma situacao ou uma
palavra que tenha dito.
Num momento, num olhar, o coracao apanha-se para sempre. Ama-se alguem. Por muito longe, por muito dificil, por muito desesperadamente. O coracao guarda o que se nos escapa das maos. E durante o dia e durante a vida, quando nao esta la quem se ama, nao e ela que nos acompanha - e o nosso amor, o amor que se lhe tem. A vida e uma coisa, o amor e outra. A vida dura a Vida inteira, o amor
nao. So um mundo de amor pode durar a vida inteira. E vale-la tambem."

Miguel Esteves Cardoso"

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publicado por dreia92 às 16:43
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Sábado, 16 de Junho de 2007

...

Queria so deixar um beijo, um abraço e um obrigada a todas as pessoas que lêm o meu blog... OBRIGADA!!!

 

Beijinhos**

publicado por dreia92 às 15:37
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Pais "controladores"

 

Já não aguentas mais ter os teus pais a chatearem-te a cabeça, a controlarem tudo o que fazes. Calma, os pais são assim mesmo. Se na tua casa reinasse a mais perfeita paz e tranquilidade e não houvesse ninguém para te fazer perder o juízo, os teus pais não seriam teus pais. Seriam extraterrestres. Para conseguires evitar os constantes desentendimentos que acontecem em tua casa, tens que aprender a conquistar a tua independência aos poucos.

O pior é que, por muito que tentemos explicar isto aos nossos pais, parece que não lhes entra na cabeça! Tudo bem, nós sabemos que só fazem o que fazem porque têm a certeza que é o melhor para nós... E pensando bem, até tem uma certa lógica: eles têm mais experiência de vida...

Com as justificativas mais variadas ("Eu sei o que é melhor para ti, meu filho" ou "O meu filho não vai precisar passar por tudo o que eu passei"), tentam controlar o presente e o futuro da prole como uma forma de resolver as próprias frustrações e/ou realizar os seus sonhos.

Dão opiniões em tudo: a roupa que devemos vestir, a forma como devemos cortar o cabelo, o tipo de profissão que devemos escolher, enfim, tudo! Mas é a gota de água quando começam a tecer comentários à nossa cara-metade. Aí não é que já se torna difícil aguentar a ingerência! (mas, se pensares bem, quantas vezes não fizeste, também tu, comentários não solicitados a questões mais ou menos pessoais da vida dos teus pais...)

O facto é que estamos no século XXI e essa história de relações aprovadas pela família já não pega! E se com um(a) namorado(a) chato(a) podemos nós bem, em relação aos pais a coisa muda de figura.
Não aprovar o namoro do(a) filho(a) sem sequer "investir" um tempinho para conhecer essa pessoa que o(a) faz tão feliz não está certo!
É por essas e por outras que apresentar algum(a) namorado(a) aos teus pais é um "atrofio". Ficas tu e fica o(a) namorado(a) com medo da reacção deles. Tens que tentar entender. Para eles, não passas de um bebezinho que nunca vai crescer. É difícil para eles saberem que terão que te dividir com outras pessoas. Mostra-lhes que não os trocaste por ninguém, demonstra o teu carinho. E de vez em quando, leva o(a) teu(ua) namorado(a) a um desses programas familiares.

Esta situação é difícil, mas a melhor coisa a fazer é dialogar, conversar com os teus pais, ser honesto(a) e dizer sempre a verdade. Procura deixar bem claro que gostas dessa pessoa e que queres namorar a sério, que não é só farra. Diz-lhes também que lhes queres apresentar a questão, que não queres esconder nada.

Mas o(a) teu(ua) namorado(a) tem de ajudar, afinal de contas ele(a) não vai querer namorar com uma pessoa cujos os pais não o(a) deixam nem sair de casa. Mas tens que conversar com ele(a) e, se gostar de ti de verdade, vai estar ao teu lado, podes ter certeza.

Assim, ele(a) só tem de se aproximar dos teus pais e conquistar a sua confiança mostrando-se uma pessoa educada, simpática e com boas intenções; é claro que não se recomendam "cenas escaldantes" pelos cantos da casa pois se alguém vê, é a "morte do artista".... A situação poderá ficar complicada.

Se mesmo assim, os teus pais não gostarem da ideia do namoro, mas se vocês gostarem realmente um do outro e não se deixarem influenciar, insistam de forma responsável. Verão que há boas probabilidades (é claro que poderão precisar de grandes doses de paciência e persistência) de ficarem juntos e felizes. E os pais podem nem gostar muito, mas terão que respeitar e aceitar porque vocês mostraram que merecem respeito pelo que são e pelo que sentem.

Mas também há o reverso da medalha. Quando se está apaixonado pensa-se que é para sempre. Ah, o amor é lindo! Queremos estar sempre com a pessoa que nos faz sonhar e para isso não nos importamos de viver em função desse amor.
Não soa mal, pois não? O pior é que este tipo de relações envolve a família. Outra coisa não seria de esperar... Afinal, se passas a vida em casa da tua cara-metade (e/ou vice-versa) é normal que os pais de ambos sintam que têm algum direito em "ter uma opinião".

Estando tu envolvido neste género de relação tão intensa, imagina que tu ou o(a) teu(ua) namorado(a) decidem acabar o namoro. Tens logo os teus pais a atormentar-te, a dizer que não o devias fazer, que o(a) teu(ua) namorado(a) é a pessoa ideal para ti, blá, blá, blá... Por outro lado, tens a tua "sogra" a telefonar para casa a dizer que o(a) seu(ua) menino(a) está muito triste e a pedir para lá ires a casa... Pois é, não é fácil!

A única coisa que tens a fazer é marcar os limites, deixar bem claro onde é que os pais (e o resto da família; sim, porque toda a gente gosta de meter a sua colherzinha nos assuntos dos outros...) podem e onde não podem interferir. E isso só se consegue se provares, por A mais B, que és responsável e consegues resolver os teus problemas sozinho(a).

Se souberes conversar, se souberes quando avançar e quando recuar, torna-se muito mais fácil conquistar a confiança dos teus pais. Basta não meteres os pés pelas mãos e, sobretudo, não começar a gritar e bater com as portas - Não é por ái! Mostra alguma maturidade e verás que (algum dia) serás tratado(a) como um adulto.

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publicado por dreia92 às 15:32
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Ciúmes? Não, eu não sou ciumento(a)!

 

Quantas pessoas que vão começar a ler este isto não terão já protagonizado um diálogo do género do que a seguir reproduzo?

"- Quem é aquela que está ali a conversar com o Jorge?
- Sei lá! Nunca a vi mais gorda!
- Olha! Olha!!! Agora está a abraçá-lo... Será que ela não tem um "desconfiómetro"? Fogo... Tem idade para ser mãe dele!
- Ó Vanessa, deixa lá o rapaz!!! Achas que se ele te quisesse enganar, ia fazê-lo mesmo aqui, no meio do bairro? Acalma-te...
- Acalmo-me? Tu já viste? Está ali a derreter-se todo... É só sorrisos. Comigo ele não é assim! Eu vou lá!!!
- Não vais, não. Já viste a figura triste que vais fazer?
- Não interessa! Eu vou lá marcar território!!!
(Chega lá, beija o namorado e, com o ar mais desprezível que consegue colocar, pergunta)
- Então Jorge? Não me vais apresentar a tua... "amiga"?
- S-sim... Vanessa, esta é a minha tia Lurdes, irmã da minha mãe. Chegou hoje do Porto..."

Grande manca!!! Mas afinal, quem é que nunca sentiu ciúmes pelo menos uma vez na vida? Toda a gente sabe que o ciúme é o tempero do amor, não é? Bem, talvez se for "utilizado" com conta, peso e medida o tempero possa resultar... eventualmente. Mas quando se começa a desconfiar de tudo o que o(a) namorado(a) diz e faz... Aí a coisa já muda de figura!

Numa situação ideal, as coisas seriam completamente diferentes... Quando se gosta de alguém, deseja-se que o parceiro , ou seja, o bem do outro, pelo outro e para o outro. Por isso, não deixa de ser curioso que esse sentimento tão egocêntrico que é o ciúme encontre as suas origens exactamente na palavra "zelo", algo que, em princípio, se basearia no altruísmo...
O que é que uma coisa tem a ver com a outra? É que em latim, zelo escreve-se "zelumen". Parecido, não é?

Talvez seja por causa da má interpretação que possivelmente se faz da ligação destas duas palavras (zelo e ciúme), que a maioria das pessoas acredita que o ciúme é uma espécie de prova de amor. Será? Não... É um sentimento tão egoísta que não merece ser confundido com provas de amor.

Nota bem que o ciúme não é mais do que o medo de alguém de perder o(a) outro(a) ou a exclusividade sobre ele(a). Não passa de um pavor terrível de se ser excluído de uma relação, por isso...

Afinal, o ciúme funciona como um aviso, um alerta que indica que alguma coisa está a falhar. Se tudo estivesse bem, não haveria lugar para problemas deste tipo, não é?
É por isso mesmo que o ciúme é, sem sombra de dúvida, um dos sentimentos que mais atrapalham uma relação. Imagina um casal em que ele não pode olhar para rapariga nenhuma, pois ela (a namorada) fica logo amuada a pensar que ele a quer trair. Ou então uma rapariga que vai deixando de falar com os seus amigos rapazes, só porque o namorado não gosta e não acredita em relacionamentos de amizade entre homens e mulheres....
Sem confiança, dificilmente se constrói uma relação feliz e duradoura!

Mas, como se dizia no início, o ciúme até pode ser o condimento necessário para ir mantendo a chama da paixão acesa. Mas atenção: tudo quanto é demais faz mal, sobretudo porque há diferentes níveis de ciúmes. O mais comum é alguém sentir-se enciumado em situações pontuais nos quais se sinta excluído ou ameaçado de perder a exclusividade (e a atenção) sobre o(a) parceiro(a).

Isso até é relativamente normal... Muitos sentir-se-ão inseguros(as) ver o(a) namorado(a) numa conversa animada com alguém que parece um(a) modelo de passerelle. E, mesmo possuindo uma auto-estima elevada, é difícil não se sentir, pelo menos, uma pontinha de indignação, raiva, desepero, enfim... Ciúmes!
Mas quando se passa o tempo todo em alerta, tenso(a), aflito(a), preocupado(a) com o que a(o) parceira(o) possa estar a fazer... É porque se é um ciumento nato!

Este tipo de pessoas acha-se no direito de saber TUDO o que acontece na vida do(a) namorado(a). E, para isso, não se inibem de vasculhar bolsos e carteiras, ouvir telefonemas na extensão do telefone, ou até (nos casos mais evidentes de "ciumite aguda") de mandar seguir os seus respectivos pares em busca de provas conclusivas.

Quanto a saber qual dos dois sexos é mais ciumento... Bom, isso ainda está para se descobrir. Se bem que um estudo, feito nos Estados Unidos (claro...), indique que neste assunto não há diferenças substanciais. Todos somos ciumentos, embora nos comportemos de maneiras diferentes, ou seja, enquanto que as mulheres têm mais tendência para sofrer caladas ou fingir indiferença, os homens (re)agem (terminando o relacionamento) assim que julgam haver traição.

Mas afinal, se não é exclusivo de nenhum dos sexos, de onde é que surge o ciúme?
Há quem argumente que o ciúme que se sente numa relação amorosa não é mais do que uma espécie de prolongamento do sentimento que se experimenta em relação à mãe, quando ainda somos crianças. Sabe-se que a ligação de uma criança pequena à mãe é muito forte e é por isso que, muitas vezes, vemos os pequenitos em cenas de birrice com a progenitora. É o medo de perder esse amor que faz com que a criança se torne tão possessiva.

Ao longo do crescimento, essa dependência emocional é totalmente desfeita. Assim, quando se entra numa relação, cria-se um novo (ou transformado) tipo de dependência amorosa. Deve ser por isso que temos atitudes tão infantis...
No fundo, o ciúme resume-se sempre ao tal medo de perder a pessoa amada. Mas, embora tenha como finalidade defender as pessoas dessa perda, acaba por precipitar o que se tenta evitar a tanto custo.

Como é que se sabe se o ciúme que se sente (ou de que se é alvo) é excessivo ou não?
Quando uma pessoa se anula para viver apenas em função de outra (não sair de casa a não ser com o(a) namorado(a), cortar relações com os amigos...), quando há menos momentos de prazer na relação, quando se começa a ter de mentir para evitar as brigas, é porque o ciúme já atingiu o patamar do excesso, já se tornou doentio.

Nestes casos, o(a) ciumento(a) pode chegar a sentir-se frequentemente ansioso(a), inseguro(a), deprimido(a) e até ficar com raiva da pessoa amada. E, numa tentativa de confirmar as suas suspeitas, aparece em casa ou no trabalho do(a) outro sem avisar...
É um verdadeiro vulcão emocional, pronto a entrar em erupção a qualquer momento. E, nestes casos, o ciúme é tão doentio que a Medicina já se encarregou de o estudar. É, pois, uma patologia, uma doença.

O grande passo para curar, ou pelo menos para amenizar, o ciúme, é, sem dúvida, o auto-conhecimento. Há que identificar onde e como se está a prejudicar as pessoas que se amam. Se, depois de perceber isto, se conseguir confiar nos outros (e em si), tira-se um grande peso de cima dos ombros. Até porque o ciúme não passa da manifestação de uma grande insegurança...

publicado por dreia92 às 15:17
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Quinta-feira, 14 de Junho de 2007

Besame Mucho

 

No outro dia estava com uma amiga minha e ela fez-me uma pergunta que ainda nao percebi muito bem se é dificil ou se apenas é esquesita " o que é um beijo?"... Fiquei sem saber muito bem o que responder e por isso fui ao dicionário:

Beijo (Lat. basiu), s.m. Acto de poisar os lábios nalguma pessoa, ser ou coisa em sinal de amor, afeição ou veneração; ósculo; contacto leve.

In Dicionário Universal da Língua Portuguesa Texto Editora



Muito limitativo, não é?
Vinte e nove músculos a trabalhar, um coração a bater descompassadamente (passa dos 60/80 bpm - batimentos por minuto - para cerca de 150/160 bpm - o dobro) e a adrenalina a subir vertiginosamente não podem ser descritos apenas como um "contacto leve".

Tudo bem! Um beijo não tem de ser necessariamente aquela coisa apaixonada que imaginamos quando ouvimos a palavra mágica. Pode representar apenas um cumprimento social, do género que se dá quando nos apresentam a alguém (olá, eu sou... Chuac, chuac).

O beijo é a demonstração de afecto mais difundida pela sociedade ocidental. E, para além de ser muito bom (quem é que não gosta de contacto físico?), é um excelente termómetro para medir o grau de intimidade entre duas pessoas. Ou seja, consoante o tipo de beijo que as pessoas trocam, é possível perceber se a relação é formal, de amizade ou de amor.

E toda a atenção que se dispensa ao beijo não é desmerecida. Afinal de contas, no triângulo formado pelos lábios e pelas narinas está uma quantidade enorme de terminações nervosas que provocam a "tal" sensação de prazer quando se beija.

Bem, mas isto até parece conversa de cientistas... Sabes, aqueles que andam para aí a dizer que o amor não tem nada a ver com o coração mas sim com feromonas e afins. Meus senhores: quem é que quer saber disso?! Nós queremos é sonhar com coraçõezinhos vermelhos e ouvir música de cada vez que beijamos alguém especial!

Pior que os físicos/químicos/biólogos (ou quem quer que estude as tais feromonas), em termos de "empata ..." , só mesmo aqueles seres ignóbeis que teimam em mostrar uma cara enojada cada vez que vêm um beijo hollywoodesco e que não perdem uma oportunidade para deixar no ar um daqueles maravilhosos comentários que todos conhecemos.

Há sempre alguém que se lembra de dizer qualquer coisa como "bleghhh!!! Vocês não se enjoam 'tar sempre a trocar cuspes? Com a quantidade de tempo que perdem a fazer isso, de certeza que já têm os cromos todos... Não vos passa nenhum!", ou então "sabiam que podemos ter até 400 tipos de bactérias na cavidade oral? Imaginem a confraternização que deve haver enquanto estão para aí nesses amassos...".

Podemos até estar no meio do beijo mais gostoso da nossa vida (orgulhosíssimos com a performance), mas não há clima, não há excitação, não há pica que resista a uma boca destas.
Adiante!

Mesmo com todos os empecilhos que possam surgir, receber um beijo é muito bom. Claro que tem tudo a ver com a pessoa que nos dá o beijo... Se não se estiver minimamente interessado, não vai valer nada. Mas quando se gosta, quando se está para aí virado, o beijo pode ser muito, mas mesmo muito bom. Além de tudo, é uma excelente forma de decidir o que é que se quer com determinada pessoa. Pensa lá bem: se exceder as tuas expectativas, pode acabar em namoro. Se for mais ou menos, fica-se pela "curte" e se for um horror (se tiver mau hálito ou se te beijar como um desentupidor, por exemplo), podes rapidamente chegar à conclusão que não é isso que queres para a tua vida e seguir em frente.

Tudo isto acontece porque (e aqui sim, já se pode aceitar a opinião de um físico/químico/biólogo!) os lábios percebem os toques com a mesma intensidade que a ponta dos dedos. Claro que, em termos de erotismo, os lábios batem os dedos aos pontos... Não admira que sejamos tão sensíveis a um bom beijo...

Não é à toa que quando saímos com alguém que nos interessa, ficamos ansiosamente à espera do primeiro beijo. Quer dizer, para as miúdas é o culminar de um período muito agradável, o resultado de todo o jogo de sedução, dos olhares, dos toques "sem querer" (que são os que se querem mais)... Já os homens têm uma perspectiva diferente das coisas. Para eles, o primeiro beijo é apenas o prenúncio de algo que ainda está por vir... Percebes?

É claro que isto não quer dizer que os mocitos só pensam nisso. Apenas mostra as diferenças entre os dois sexos (que são demais para se começar a analisar agora. Afinal de contas, como diz o livro, talvez As Mulheres São de Vénus e os Homens de Marte!)

publicado por dreia92 às 14:25
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Homossexualidade...

Tenho um amigo meu que é gay. A principio achei estranho pois nao estava à espera e ninguem desconfiava de nada... Agora acho normalissimo e nao me faz nenhuma impressão nem nada parecido... Mas muita gente que conheço, nao pensa como eu, ha ate quem considere uma doença! Acho que cada pessoa tem direito a pensar o quer, por isso vim informar-me e encontrei alguma informação, e como o saber nao ocupa lugar...

Adolescentes e homossexualidade

A questão da homossexualidade não é nova mas foi principalmente na última década que se verificou um crescente interesse no seu estudo e análise. E não é por acaso que isso acontece, nas sociedades ocidentais - e falamos apenas delas - neste dado momento concreto. O emergir da discussão sobre os direitos individuais e o maior respeito pelas determinações e orientações de cada um, a introdução da questão "HIV", bem como os dados científicos baseados na evidência, permitem debater este assunto com maior lucidez, objectividade e sem tantos preconceitos como os que, nas sociedades ditas "ocidentais", impediram durante muito tempo uma leitura imparcial e rigorosa da questão.


Como definir "homossexualidade"?


Provavelmente, cada Leitor terá a sua própria definição do que é a homossexualidade, se é apenas dizer que uma pessoa do mesmo sexo é bonita ou interessante, ou assumir publicamente a sua preferência por um companheiro do mesmo género. E aqui convém dizer que falamos de ?género? e não de ?sexo?, que são coisas ligeiramente diferentes, dado que têm a ver com o papel e a representação psicológica e social, e não exclusivamente com a anatomia.

Em todo o caso, pode-se designar homossexualidade como a atracção sexual, emocional e afectiva de pessoas de um género por pessoas do mesmo género, como parte de um continuum da expressão sexual. Muitos adolescentes têm relações homossexuais como parte da sua aprendizagem, experimentação e conhecimento do corpo. Por outro lado, muitos dos homens e mulheres homossexuais tiveram as suas primeiras experiências durante a adolescência, tendo sido no final desta que as suas determinações e opções se consolidaram. De qualquer forma, este tipo de relações nesta idade não tem qualquer ?valor predictivo?.


Os porquês da discriminação


Se sempre existiu homossexualidade nas sociedades humanas, poder-se-á perguntar porquê a reacção de rejeição tão veemente (em algumas sociedades, designadamente as ocidentais, repito, dado que esta questão é pacífica em muitas regiões do mundo). Bom. Sem querer esgotar o assunto, valerá a pena referir duas ou três coisas: por razões que a antropologia facilmente explica, associadas ao desígnio de contribuir "a todo o custo" para a continuação da espécie, esta forma de orientação sexual foi quase sempre reprimida ou pelo menos olhada de esguelha - como, aliás, o era o facto de uma mulher não conseguir ter filhos, o que levava inclusivamente a ser expulsa da tribo ou do clã.
Por outro lado, não se pode ignorar a contribuição decisiva de praticamente todas as religiões e as condenações e culpabilizações inerentes a quem cometia esse "pecado". Finalmente, como os homossexuais representam uma minoria, a maioria que, durante milénios, quis equiparar a verdade universal às suas "verdades" próprias, exerceu essa ditadura que passava pela humilhação e exclusão (e até erradicação) de quem fosse diferente. E ser diferente num assunto "tabú" ainda é mais complicado e gera atitudes mais repulsivamente agressivas.


O mundo está (felizmente) a mudar

Com o evoluir das sociedades, quando hoje em dia não ter filhos já não lança ninguém no opróbrio, quando as liberdades, direitos e garantias individuais são promovidas e não apenas as da comunidade como um todo, a questão da homossexualidade, tal como muitas outras, tornou-se objecto de debate e de discussão. E se, por um lado, ainda se observam frequentemente atitudes segregacionistas e de exclusão (algumas vezes de auto-exclusão), é crescente a tolerância e mesmo a normalidade com que o assunto é felizmente encarado. Para isso tem contribuído a afirmação pública de pessoas e individualidades de várias áreas da ciência e da cultura relativamente ao facto de serem homossexuais. Há uns anos não se admitiria que, por exemplo, um ministro de um governo fosse assumidamente "gay", o admitisse publicamente e continuasse a ser ministro. Hoje já o é, em alguns países.

Não se trata portanto de dizer paternalisticamente que "o que cada um faz é da sua conta" e que "temos que ser tolerantes", mas francamente, de muito mais: o de entender que a sociedade é composta por indivíduos diferentes, na cor, no tamanho, nas capacidades, na orientações sexuais e nas opções e estilos de vida. E se os determinantes dessas diferenças são genéticos, ambientais ou um misto dos dois, dependerá muito do tema e do que a ciência consegue (ou não) adiantar sobre o facto. E consegue muito pouco?

De facto, ainda há não mais do que vinte anos, a homossexualidade era definida como uma "doença mental" por Academias de Psiquiatria tidas como cientificamente irreprováveis - afinal provaram que não eram tão irreprováveis como isso? e o que é confrangedor é ver que, ainda hoje, se assiste a classificações deste tipo.


A homossexualidade não é uma questão de escolha


Cada vez mais se entende que a homossexualidade, como uma das possíveis orientações sexuais, não é uma questão de escolha, ou seja, não se escolhe ser homo, hetero ou bissexual. É-se, apenas e tão só, embora permaneçam desconhecidos os determinantes dessa orientação. O que já pertence ao capítulo das opções pessoais é a forma de comportamento e os estilos de vida que as pessoas, homossexuais (ou não) adoptam, designadamente o tipo de experimentação sexual e o viver (ou não) uma vida com relações homossexuais assumidas. Por outro lado, é bom que fique claro que as experiências homossexuais, masculinas e femininas, durante a adolescência, não são, para a larga maioria dos jovens, um factor predictivo da sua orientação futura.
No que se refere à prevalência desta situação, embora alguns relatórios tenham indicado estimativas, em adultos, de cerca de 4% para os homens e 2% para as mulheres, desconhece-se a taxa na adolescência e estas prevalências variam enormemente de região para região e de comunidade para comunidade, muito dependente do grau de aceitação social e até político.


As mesmas necessidades e padrões de desenvolvimento


Os adolescentes homossexuais partilham os mesmos padrões de desenvolvimento dos seus congéneres heterossexuais, designadamente o estabelecimento de uma identidade sexual, a decisão sobre os comportamentos, a gestão dos afectos, as opções relativas a ter ou não relações, de que tipo e protegidas ou não, etc. Os riscos que correm, relativamente às doenças de transmissão sexual, como a infecção a HIV ou outras, exigem as mesmas estratégias de educação para a saúde. Assim, os cuidados antecipatórios que se debatem com qualquer adolescente não devem excluir nenhum, independentemente das suas opções e orientações que, como se afirmou, podem até não querer dizer coisa nenhuma em relação ao futuro. Por outro lado, e como já referimos, sendo uma minoria na sociedade os homossexuais estão sujeitos a uma pressão social e a um "empurramento para a clandestinidade" que pode trazer um menor acesso aos serviços, um maior desconhecimento da informação credível e de rigor e, também, um aumento dos problemas psicológicos e sociais, numa adolescência já pontuada por dúvidas, angústias e "duelos" entre modelos de vida, de comportamentos, de relações e de concepções de sociedade.


Problemas a vários níveis?


Os problemas psicossociais derivam fundamentalmente do fenómeno de exclusão, vergonha (é preciso ver que ainda vivemos em sociedades onde os conceitos religiosos, mesmo nos não praticantes e não crentes, tem um peso extraordinário em pequenas coisas do dia-a-dia, mesmo que já não nas grandes decisões e opções), estigmatização social, hostilidade, etc. Aliás, não é por acaso que o risco de suicídio é muito superior para os adolescentes homossexuais, mesmo descontando outros factores do contexto social que possam também ser geradores de situações depressivas.

Muitas vezes, o comportamento exibicionista, associado a uma vontade de afirmar que "também se faz parte da sociedade", afasta e segrega mais as pessoas - mas é paralelo e "tão sem graça" como o comportamento exibicionista de um par heterossexual.
É fundamental, assim, ter uma atitude de instilar segurança à medida que os adolescentes formam a sua identidade sexual, sem rotulações precoces e imediatistas. Há uma evolução no processo de orientação sexual e, tal como para os adolescentes heterossexuais, não podemos confundir relações sexuais com sexualidade. A questão dos afectos é fundamental, dado que a expressão desses mesmos afectos é socialmente mal vista e pode limitar os impulsos amorosos que, se fosse o caso de um par heterossexual, até poderia ser motivo para uma fotografia ou um cartaz socialmente e esteticamente (e politicamente) "correcto".


A família e a sociedade


Não é apenas a nível da sociedade que um adolescente homossexual encontra problemas, pelo contrário. A nível da família e do grupo de amigos as atitudes hostis e de incompreensão, ou de humilhação e até agressividade podem ser a regra. O desprezo a que podem ser votados leva, muitas vezes, a sofrerem assédios, ataques e outros tipos de situações, desde "partidinhas dos colegas" e brincadeiras de mau gosto até violência inter-pares. Por outro lado, a estigmatização e os preconceitos podem impedir uma socialização completa, com repercussões no desenvolvimento (a todos os níveis), na escolaridade e no sucesso educativo, e na integração laboral, conduzindo a maior secretismo e exclusão. Não são raros os empregos onde os homossexuais têm que esconder as suas opções afectivas mas, por outro lado, "aguentar" todas as anedotas e piadas relativas às pessoas que se sentem atraídas por outra do mesmo sexo. Todos estes factores levam a que os homossexuais, principalmente os masculinos, sejam mais facilmente "conduzidos" para estilos de vida e opções de maior risco, marginalização e, no fundo, menor realização pessoal, profissional e falhas no seu bem-estar.

Os pais, por outro lado, sentem-se quase sempre frustrados e muitos "nem querem ouvir falar do assunto", fechando as portas ao diálogo e recusando aos filhos adolescentes direitos fundamentais: o da partilha dos seus problemas e o de poderem assumir a sua orientação sem serem por isso penalizados ou até mesmo expulsos do lar. É por isso que é necessário desdramatizar o assunto e falar abertamente nele - afinal, há tão pouco tempo uma coisa tão diferente e tão menor como uma criança ter piolhos era ainda escondida e geradora de vergonha nas famílias?

Temos que evoluír para uma cidadania plena?
É normal na adolescência haver uma certa "ambiguidade" quanto à orientação sexual, resultante não apenas da necessidade de experimentação e de condutas de ensaio, como das várias hipóteses afectivas que se colocam a qualquer jovem. A amizade, por exemplo, pode ser confundida pelo próprio com amor, sobretudo para quem nunca experimentou certas sensações e sentimentos. O que é importante é que os jovens não se sintam culpabilizados ou pressionados, e que tenham acesso às fontes de informação sobre sexualidade, relações sexuais, planeamento familiar, doenças de transmissão sexual, ou seja, exactamente a mesma informação que todos os outros jovens.

As sociedades estão sempre em evolução - veja-se a diversidade de culturas, hábitos e conceitos que existem no mundo (como já afirmei, convém não reduzir o mundo ao que se faz e vive nos países "ocidentais"). Cada sociedade define as suas regras, certas ou erradas, conforme o sentir e o pulsar do momento. Com a rapidez da evolução tecnológica e da comunicação, também os valores e regras se alteram com maior facilidade e em períodos de tempo mais curtos. A discussão dos problemas, aberta e directa, como acontece nas democracias, permite acabar com tabús e situações injustas e de segregação.
A homossexualidade é um dos assuntos que, certamente, sofrerá uma evolução nos tempos mais próximos, no sentido de desdramatizar e de aceitar que nem todas as pessoas têm que ter as mesmas opções, sejam elas determinadas por condicionantes genéticos, ambientais, educativos, sociais ou quaisquer outros. Viver numa sociedade que aceita a diferença é uma forma de promover a cidadania e os direitos individuais e colectivos.

in revista Adolescentes,

 

 



publicado por dreia92 às 14:13
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Saber responder...

No outro dia estava com uns amigos meus e reparei que por vezes os rapazes dão algumas respostas que por vezes nem é mesmo o que eles pensam... 

As 5 perguntas mais difíceis que elas fazem

1 - Em que é que estás a pensar?
2 - Amas-me?
3 - Achas que estou gorda?
4 - Achas que ela é mais bonita do que eu?
5 - O que é que fazias se eu morresse?


O que torna estas perguntas difíceis é o facto de todas elas serem garantidamente explosivas, originando uma valente discussão e/ou separação se ele não responder "correctamente". Ora vejamos...

1 - Em que é que estás a pensar?
A resposta certa é, obviamente: "Desculpa estar pensativo, querida, Estava a pensar que és uma mulher gentil, carinhosa, amante, inteligente, maravilhosa, linda, e que eu sou um tipo cheio de sorte em ter-te encontrado." Claro que esta frase não se assemelha em nada ao que ele estava a pensar na altura, que pode ser uma (ou várias) de 5 coisas:
a) Futebol.
b) Carros.
c) Estás mesmo gorda!
d) Ela é mais bonita do que tu.
e) O que eu faria com o dinheiro do seguro de vida se morresses.

Segundo o artigo de uma revista, a melhor resposta foi de um tipo chamado Al Bundy, que respondeu à sua mulher, Peg: "Se eu quisesse que soubesses, estava a falar em vez de estar a pensar."
As outras perguntas também têm uma única resposta certa, mas muitas respostas erradas.

2 - Amas-me?
A resposta certa a esta pergunta é: "Sim." Para aqueles de vocês que acham importante responder algo mais elaborado, podem responder: "Sim, querida." As respostas erradas incluem:
a) Acho que sim.
b) Sentias-te melhor se eu dissesse que sim?
c) Isso depende do que entendes por "amar".
d) Isso interessa?
e) Quem? Eu?

3 - Achas que estou gorda?
A resposta correcta masculina é afirmar com confiança e ênfase: "Não, claro que não." e depois deixar rapidamente o local onde se está.
As respostas erradas incluem:
a) Não estás gorda, mas também não estás magra...
b) Comparado com quê?
c) Um pouco de gordurinha fica-te bem.
d) Já vi gente mais gorda...
e) Podes repetir a pergunta? Estava a pensar na indemnização do nosso seguro de vida.

4 - Achas que ela é mais bonita do que eu?
O "ela" da pergunta pode ser uma ex-namorada, uma "ela" que vai a passar e para a qual ele estava a olhar tão esgazeado que quase causou um acidente ou a actriz de um filme que acabam de ver.
Em qualquer caso, a resposta certa é: "Não, tu és muito mais bonita."
As respostas erradas incluem:
a) Não é mais bonita, é só bonita num sentido diferente…
b) Não sei avaliar essas coisas.
c) Sim, mas de certeza que tu tens melhor feitio.
d) Só no sentido de ela ser mais nova e mais magra...
e) Podes repetir a pergunta? Estava a pensar na indemnização do nosso seguro de vida.

5 - O que é que fazias se eu morresse?
Resposta correcta: "Amor querido, na eventualidade de nos deixares, a vida deixaria de ter sentido para mim e eu lançar-me-ia para baixo do primeiro camião TIR que passasse." Esta pode ser a pergunta mais estúpida deste conjunto, tal como se ilustra pela anedota estúpida que se segue:
"- Querido? - perguntava a esposa. - O que farias se eu morresse?
- Oh, querida, eu ficaria terrivelmente perturbado - respondeu o marido. - Por que é que perguntas?
- Voltavas a casar? - insistiu a mulher.
- Não, claro que não. - respondeu ele.
- Então por que é que não voltavas a casar?
- Pronto. - disse ele. - Eu voltava a casar.
- Voltavas? - repetiu ela, um pouco magoada.
- Sim. - confirmou ele.
- E dormias com ela na nossa cama? - quis saber a esposa, após uma longa pausa.
- Sim... Acho que sim. - respondeu o marido.
- Estou a ver... - comentou ela indignada - E deixavas que ela usasse as minhas roupas?
- Acho que sim, se ela quisesse. - respondeu o marido.
- Era mesmo? - replicou ela, com a voz gelada - E tiravas as minhas fotografias e punhas lá as dela?
- Acho que seria correcto.
- É mesmo? - exclamou ela, levantando-se - E também deixavas que ela jogasse com os meus tacos de golfe, não era?
- Claro que não, amor, ela é canhota.


Adaptado de Sillyfun.

publicado por dreia92 às 13:56
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