Quarta-feira, 25 de Julho de 2007

"A filha da minha melhor amiga" de Dorothy Koomson

"Descrição da editora

A Filha da Minha Melhor Amiga: A forte relação de amizade entre Kamryn Matika e Adele Brannon, companheiras desde os tempos de faculdade, é destruída num instante de traição que marcará as suas vidas para sempre.

Anos depois desse incidente, Kamryn é uma mulher com uma carreira de sucesso, que vive sem ligaç?es pessoais complexas, protegendo-se de todas as desilus?es. Mas eis que, no dia do seu aniversário, Adele a contacta... A amiga de Kamryn está a morrer e implora-lhe que adopte a sua filha, Tegan, fruto da sua ilícita relaç?o de uma noite com Nate.

Terá ela outra escolha? Será o perdão possível? O que estará Kamryn disposta a fazer pela amiga que lhe partiu o coração?

Uma viagem dolorosa e comovente de auto-conhecimento, uma leitura de cortar a respiração.

Mais de 330 000 exemplares vendidos.

Best-seller no Reino Unido "

 

Mais palavras para que? Vale a pena! Do inicio ao fim, um livro que esta sempre a surpreender-nos! apenas um conselho: Leiam-no!

 

 

 

 

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publicado por dreia92 às 17:09
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Sábado, 7 de Julho de 2007

Filhos da droga

 

Eu acabei ha pouco tempo de ler este livro, e antes de o ler diziam-me que quem o lesse nunca na vida seria capaz de um dia vir a drogar-se. Aconselho toda a gente a ler este livro porque realmente é muito bom, bem escrito, 5 estrelas, acho que nos consegue chamar a atenção para a realidade que é a droga.

Mostra como tudo o que temos pode ser destruido. Relata a historia de uma rapariga, e a maneira de como ela destruio tudo o que amava, acabando num vicio sem saida.

Leiam... Um livro que vale a pena!

publicado por dreia92 às 17:02
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Sábado, 16 de Junho de 2007

Pais "controladores"

 

Já não aguentas mais ter os teus pais a chatearem-te a cabeça, a controlarem tudo o que fazes. Calma, os pais são assim mesmo. Se na tua casa reinasse a mais perfeita paz e tranquilidade e não houvesse ninguém para te fazer perder o juízo, os teus pais não seriam teus pais. Seriam extraterrestres. Para conseguires evitar os constantes desentendimentos que acontecem em tua casa, tens que aprender a conquistar a tua independência aos poucos.

O pior é que, por muito que tentemos explicar isto aos nossos pais, parece que não lhes entra na cabeça! Tudo bem, nós sabemos que só fazem o que fazem porque têm a certeza que é o melhor para nós... E pensando bem, até tem uma certa lógica: eles têm mais experiência de vida...

Com as justificativas mais variadas ("Eu sei o que é melhor para ti, meu filho" ou "O meu filho não vai precisar passar por tudo o que eu passei"), tentam controlar o presente e o futuro da prole como uma forma de resolver as próprias frustrações e/ou realizar os seus sonhos.

Dão opiniões em tudo: a roupa que devemos vestir, a forma como devemos cortar o cabelo, o tipo de profissão que devemos escolher, enfim, tudo! Mas é a gota de água quando começam a tecer comentários à nossa cara-metade. Aí não é que já se torna difícil aguentar a ingerência! (mas, se pensares bem, quantas vezes não fizeste, também tu, comentários não solicitados a questões mais ou menos pessoais da vida dos teus pais...)

O facto é que estamos no século XXI e essa história de relações aprovadas pela família já não pega! E se com um(a) namorado(a) chato(a) podemos nós bem, em relação aos pais a coisa muda de figura.
Não aprovar o namoro do(a) filho(a) sem sequer "investir" um tempinho para conhecer essa pessoa que o(a) faz tão feliz não está certo!
É por essas e por outras que apresentar algum(a) namorado(a) aos teus pais é um "atrofio". Ficas tu e fica o(a) namorado(a) com medo da reacção deles. Tens que tentar entender. Para eles, não passas de um bebezinho que nunca vai crescer. É difícil para eles saberem que terão que te dividir com outras pessoas. Mostra-lhes que não os trocaste por ninguém, demonstra o teu carinho. E de vez em quando, leva o(a) teu(ua) namorado(a) a um desses programas familiares.

Esta situação é difícil, mas a melhor coisa a fazer é dialogar, conversar com os teus pais, ser honesto(a) e dizer sempre a verdade. Procura deixar bem claro que gostas dessa pessoa e que queres namorar a sério, que não é só farra. Diz-lhes também que lhes queres apresentar a questão, que não queres esconder nada.

Mas o(a) teu(ua) namorado(a) tem de ajudar, afinal de contas ele(a) não vai querer namorar com uma pessoa cujos os pais não o(a) deixam nem sair de casa. Mas tens que conversar com ele(a) e, se gostar de ti de verdade, vai estar ao teu lado, podes ter certeza.

Assim, ele(a) só tem de se aproximar dos teus pais e conquistar a sua confiança mostrando-se uma pessoa educada, simpática e com boas intenções; é claro que não se recomendam "cenas escaldantes" pelos cantos da casa pois se alguém vê, é a "morte do artista".... A situação poderá ficar complicada.

Se mesmo assim, os teus pais não gostarem da ideia do namoro, mas se vocês gostarem realmente um do outro e não se deixarem influenciar, insistam de forma responsável. Verão que há boas probabilidades (é claro que poderão precisar de grandes doses de paciência e persistência) de ficarem juntos e felizes. E os pais podem nem gostar muito, mas terão que respeitar e aceitar porque vocês mostraram que merecem respeito pelo que são e pelo que sentem.

Mas também há o reverso da medalha. Quando se está apaixonado pensa-se que é para sempre. Ah, o amor é lindo! Queremos estar sempre com a pessoa que nos faz sonhar e para isso não nos importamos de viver em função desse amor.
Não soa mal, pois não? O pior é que este tipo de relações envolve a família. Outra coisa não seria de esperar... Afinal, se passas a vida em casa da tua cara-metade (e/ou vice-versa) é normal que os pais de ambos sintam que têm algum direito em "ter uma opinião".

Estando tu envolvido neste género de relação tão intensa, imagina que tu ou o(a) teu(ua) namorado(a) decidem acabar o namoro. Tens logo os teus pais a atormentar-te, a dizer que não o devias fazer, que o(a) teu(ua) namorado(a) é a pessoa ideal para ti, blá, blá, blá... Por outro lado, tens a tua "sogra" a telefonar para casa a dizer que o(a) seu(ua) menino(a) está muito triste e a pedir para lá ires a casa... Pois é, não é fácil!

A única coisa que tens a fazer é marcar os limites, deixar bem claro onde é que os pais (e o resto da família; sim, porque toda a gente gosta de meter a sua colherzinha nos assuntos dos outros...) podem e onde não podem interferir. E isso só se consegue se provares, por A mais B, que és responsável e consegues resolver os teus problemas sozinho(a).

Se souberes conversar, se souberes quando avançar e quando recuar, torna-se muito mais fácil conquistar a confiança dos teus pais. Basta não meteres os pés pelas mãos e, sobretudo, não começar a gritar e bater com as portas - Não é por ái! Mostra alguma maturidade e verás que (algum dia) serás tratado(a) como um adulto.

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publicado por dreia92 às 15:32
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Ciúmes? Não, eu não sou ciumento(a)!

 

Quantas pessoas que vão começar a ler este isto não terão já protagonizado um diálogo do género do que a seguir reproduzo?

"- Quem é aquela que está ali a conversar com o Jorge?
- Sei lá! Nunca a vi mais gorda!
- Olha! Olha!!! Agora está a abraçá-lo... Será que ela não tem um "desconfiómetro"? Fogo... Tem idade para ser mãe dele!
- Ó Vanessa, deixa lá o rapaz!!! Achas que se ele te quisesse enganar, ia fazê-lo mesmo aqui, no meio do bairro? Acalma-te...
- Acalmo-me? Tu já viste? Está ali a derreter-se todo... É só sorrisos. Comigo ele não é assim! Eu vou lá!!!
- Não vais, não. Já viste a figura triste que vais fazer?
- Não interessa! Eu vou lá marcar território!!!
(Chega lá, beija o namorado e, com o ar mais desprezível que consegue colocar, pergunta)
- Então Jorge? Não me vais apresentar a tua... "amiga"?
- S-sim... Vanessa, esta é a minha tia Lurdes, irmã da minha mãe. Chegou hoje do Porto..."

Grande manca!!! Mas afinal, quem é que nunca sentiu ciúmes pelo menos uma vez na vida? Toda a gente sabe que o ciúme é o tempero do amor, não é? Bem, talvez se for "utilizado" com conta, peso e medida o tempero possa resultar... eventualmente. Mas quando se começa a desconfiar de tudo o que o(a) namorado(a) diz e faz... Aí a coisa já muda de figura!

Numa situação ideal, as coisas seriam completamente diferentes... Quando se gosta de alguém, deseja-se que o parceiro , ou seja, o bem do outro, pelo outro e para o outro. Por isso, não deixa de ser curioso que esse sentimento tão egocêntrico que é o ciúme encontre as suas origens exactamente na palavra "zelo", algo que, em princípio, se basearia no altruísmo...
O que é que uma coisa tem a ver com a outra? É que em latim, zelo escreve-se "zelumen". Parecido, não é?

Talvez seja por causa da má interpretação que possivelmente se faz da ligação destas duas palavras (zelo e ciúme), que a maioria das pessoas acredita que o ciúme é uma espécie de prova de amor. Será? Não... É um sentimento tão egoísta que não merece ser confundido com provas de amor.

Nota bem que o ciúme não é mais do que o medo de alguém de perder o(a) outro(a) ou a exclusividade sobre ele(a). Não passa de um pavor terrível de se ser excluído de uma relação, por isso...

Afinal, o ciúme funciona como um aviso, um alerta que indica que alguma coisa está a falhar. Se tudo estivesse bem, não haveria lugar para problemas deste tipo, não é?
É por isso mesmo que o ciúme é, sem sombra de dúvida, um dos sentimentos que mais atrapalham uma relação. Imagina um casal em que ele não pode olhar para rapariga nenhuma, pois ela (a namorada) fica logo amuada a pensar que ele a quer trair. Ou então uma rapariga que vai deixando de falar com os seus amigos rapazes, só porque o namorado não gosta e não acredita em relacionamentos de amizade entre homens e mulheres....
Sem confiança, dificilmente se constrói uma relação feliz e duradoura!

Mas, como se dizia no início, o ciúme até pode ser o condimento necessário para ir mantendo a chama da paixão acesa. Mas atenção: tudo quanto é demais faz mal, sobretudo porque há diferentes níveis de ciúmes. O mais comum é alguém sentir-se enciumado em situações pontuais nos quais se sinta excluído ou ameaçado de perder a exclusividade (e a atenção) sobre o(a) parceiro(a).

Isso até é relativamente normal... Muitos sentir-se-ão inseguros(as) ver o(a) namorado(a) numa conversa animada com alguém que parece um(a) modelo de passerelle. E, mesmo possuindo uma auto-estima elevada, é difícil não se sentir, pelo menos, uma pontinha de indignação, raiva, desepero, enfim... Ciúmes!
Mas quando se passa o tempo todo em alerta, tenso(a), aflito(a), preocupado(a) com o que a(o) parceira(o) possa estar a fazer... É porque se é um ciumento nato!

Este tipo de pessoas acha-se no direito de saber TUDO o que acontece na vida do(a) namorado(a). E, para isso, não se inibem de vasculhar bolsos e carteiras, ouvir telefonemas na extensão do telefone, ou até (nos casos mais evidentes de "ciumite aguda") de mandar seguir os seus respectivos pares em busca de provas conclusivas.

Quanto a saber qual dos dois sexos é mais ciumento... Bom, isso ainda está para se descobrir. Se bem que um estudo, feito nos Estados Unidos (claro...), indique que neste assunto não há diferenças substanciais. Todos somos ciumentos, embora nos comportemos de maneiras diferentes, ou seja, enquanto que as mulheres têm mais tendência para sofrer caladas ou fingir indiferença, os homens (re)agem (terminando o relacionamento) assim que julgam haver traição.

Mas afinal, se não é exclusivo de nenhum dos sexos, de onde é que surge o ciúme?
Há quem argumente que o ciúme que se sente numa relação amorosa não é mais do que uma espécie de prolongamento do sentimento que se experimenta em relação à mãe, quando ainda somos crianças. Sabe-se que a ligação de uma criança pequena à mãe é muito forte e é por isso que, muitas vezes, vemos os pequenitos em cenas de birrice com a progenitora. É o medo de perder esse amor que faz com que a criança se torne tão possessiva.

Ao longo do crescimento, essa dependência emocional é totalmente desfeita. Assim, quando se entra numa relação, cria-se um novo (ou transformado) tipo de dependência amorosa. Deve ser por isso que temos atitudes tão infantis...
No fundo, o ciúme resume-se sempre ao tal medo de perder a pessoa amada. Mas, embora tenha como finalidade defender as pessoas dessa perda, acaba por precipitar o que se tenta evitar a tanto custo.

Como é que se sabe se o ciúme que se sente (ou de que se é alvo) é excessivo ou não?
Quando uma pessoa se anula para viver apenas em função de outra (não sair de casa a não ser com o(a) namorado(a), cortar relações com os amigos...), quando há menos momentos de prazer na relação, quando se começa a ter de mentir para evitar as brigas, é porque o ciúme já atingiu o patamar do excesso, já se tornou doentio.

Nestes casos, o(a) ciumento(a) pode chegar a sentir-se frequentemente ansioso(a), inseguro(a), deprimido(a) e até ficar com raiva da pessoa amada. E, numa tentativa de confirmar as suas suspeitas, aparece em casa ou no trabalho do(a) outro sem avisar...
É um verdadeiro vulcão emocional, pronto a entrar em erupção a qualquer momento. E, nestes casos, o ciúme é tão doentio que a Medicina já se encarregou de o estudar. É, pois, uma patologia, uma doença.

O grande passo para curar, ou pelo menos para amenizar, o ciúme, é, sem dúvida, o auto-conhecimento. Há que identificar onde e como se está a prejudicar as pessoas que se amam. Se, depois de perceber isto, se conseguir confiar nos outros (e em si), tira-se um grande peso de cima dos ombros. Até porque o ciúme não passa da manifestação de uma grande insegurança...

publicado por dreia92 às 15:17
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Terça-feira, 30 de Janeiro de 2007

Espelhos...

Olaaaa...Começo por pedir desculpa por nao escrito nada por estes dias, mas com tantos testes nem tem dado para pensar aqui no blog... Tambem quero agradecer a todas as pessoas que comentaram o meu blog (em especial o ultimo post)...Estive a pensar no que haveria de escrever e na verdade nao me surgio nada...Acabei por me lembrar de um tema de um trabalho que tive de fazer na escola... Um trabalho que começou em Setembro, em que nos deram uma página, que dizia no inicio:

" Imagina que estás num labirinto de espelhos. Alguns grandes,outros pequenos, uns inteiros e outros partidos... Quando esses espelhos olharem para ti, o que vão ver?"

Na verdade quando lemos isto pareceu algo mesmo muito estupido e sem sentido nenhum, mas na verdade depois de ter trabalhado ja por varias vezes neste tema, chaguei à conclusao que talvez aquela pequena frase diga muito mais do que alguma vez imaginamos... Porque na verdade, quando nos vemos ao espelho, eu penso no que vejo nele,mas nunca pensei no que ele pode ver em mim...E é altura de nos perguntarmos: "Como será que os espelhos ,nos vêm?" Será que eles vêm como nós? Ou será que vêm de uma forma diferente? Será que quando estamos a olhar para um espelho partido e para um inteiro, cada um ve-nos de forma diferente? Ou será que nós é que achamos que estamos diferentes? Será que um espelho vê o nosso todo e apenas nos mostra o que nos queremos ver? Sera que nos temos coragem de olhar para o espelho e ver realmente o que ele nos mostra, ou tapamos os olhos aos defeitos? O espelho mostra apenas a parte exterior, ou será que mostra mais que isso?Penso que mostra mais que isso?

Afinal, o que ve um espelho? O que nos mostra? E do que ele nos mostra, o que vemos?

Para alguns talvez mostre apenas a forma de como são por fora, e mais nada... Para outros ele ve o nosso todo, os defeitos, as qualidades, os nossos medos ,os nossos sonhos, mas apenas mostre a pequena parte que nós conhecemos de nós próprios...

Para mim, um espelho é como as todas as pessoas que nos vêm, que lidam connosco, por isso existem muitos tipos de espelhos, todos diferentes... Ha aqueles espelhos que tal como as pessoas quando olham para nos apenas vêm o que aparentamos ser, e por vezes nao querem saber mais, desistem de olhar e apenas mostram aquela nossa imagem fisica, aqela imagem que é como uma capa...Depois ha os espelhos que depois de verem aquela parte de fora, querem ir mais longe, tirar essa capa e tentar perceber um pouco mais sobre nos, descobrir o que os espelhos referidos atras nao descobriram, saber um pouco mais sobre nos, ver os nossos gostos, a nossa maneira de falar, analisar os nossos gestos e começar a perceber que afinal somos seres vivos e que talvez nao sejamos apenas um corpo, mas que afinal ha algo mais que da brilho aos olhos... Tambem ha os espelhos que mesmo sabendo ja isto tudo, querem ir mais longe, querem saber as palavras que nao dizemos mas que os nossos olhos mostram... Querem ver que mesmo quando mostramos um sorriso, pode haver tristeza por tras, que mesmo quando nao choramos sentem que o nosso coração está magoado...Estes sao os espelhos mais valiosos, que nao querem apenas ver um pouco de nos,mas que nos querem perceber, saber de verdade quem somos...estes espelhos sao os espelhos que nao desistem, por muito que tentemos esconder seja o que for, acabam por descobrir... Estes sao aqueles espelhos que têm como nome "Amigos"...

Talvez este texto esteja confuso e sem sentido nenhum,mas nem sempre nos conseguimos passar para palavras o que nos vai na cabeça...Na verdade com este texto apenas quero dizer que os amigos,nao se limitam a ver o que mostramos, mas tambem a ver o que tentamos esconder...

sinto-me: Confusa...
música: Perfect- Simple plan
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publicado por dreia92 às 20:04
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Sábado, 20 de Janeiro de 2007

Sim ou não?

Nao sei se isto será um tema para se pôr num blog,mas penso que num blog devemos escrever, de uma certa forma transmitir, tudo aquilo em que pensamos, sentimos, mostrar a nossa maneira de pensar... E sendo assim, porque nao começar por um tema tao polemico como este e que durante estes ultimos dias tem sido mais falado do que o costume, devido ao referendo...Sim, estou a falar do aborto. Pessoas que dizem sim, outras dizem não. Grupos de pessoas, umas de cada lado a defender a maneira como pensam, a defender por vezes os seus interesses... Penso que todas as pessoas devem ter direito a pensar de acordo com a sua maneira de ser e que ninguem deve ter nada a haver com isso... De uma certa forma, por vezes somos criticados por termos uma maneira de pensar um pouco diferente das outras pessoas, o que nos leva a muitas vezes calarmo-nos, nao dizendo o que achamos so para nao sermos repreendidos pelas outras pessoas... E penso que quando se discute o aborto acontece muito isso: Uns dizem ser a favor, outros dizem ser contra!Tento fazer acreditar a outras pessoas que os vêm que eles é que têm razão e levá-las a votar ora no sim, ora no não. Queria que aqui, dissessem o que pensam acerca deste assunto que nos leva a todos, tanto àqueles que vão ter de votar como àqueles que nao vao puder participar (como por ex. eu)... Mas se me perguntarem de que lado estou, se diria sim ou nao, se sou favor ou contra eu apenas diria que ao contrario de muita gente que conheço (maior parte das pessoas) se pudesse diria SIM, porque este sim, é apenas um sim e nao pode ser intepretado como "a favor" porque ninguem neste mundo é a favor de matar um ser, de matar uma criança , um bebé...Sou a favor de um sim porque quem quer fazer um aborto ira continuar a fazer , quer seja legal ou nao... Quem tem dinheiro vai a Espanha, lá pode fazer com condições (e ALGUMA desta gente que vemos na televisao  que é contra ja fez um, ou ja levou outra pessoa a fazer) ou em Portugal onde pode ficar com bastantes problemas devido à maneira de como foi feito... Sinceramente acho que algumas pessoas têm de perceber uma coisa: Uma mulher nao faz um aborto por desporto!!!!!!Nao ha ninguem que ame mais o filho que vai nascer do que a mae! Mas todas as maes querem dar aos filhos as minimas condiçoes de vida, querem dar-lhes aquele amor de que qualquer criança precisa... Nao querem que um dia os filhos (como muitas vezes acontece pessoas que nao queriam ter os filhos e que acabaram por ter) apareçam na televisão por terem aparecido num caixote de lixo, por terem sido maltratados, violados.... Porque um filho que nasce sem ser desejado, em principio, nao vai ser uma criança feliz. Um filho que nasce numa casa onde nao lhe vao puder dar de comer, nao pode ser uma criança saudavel! Um filho que nasce para ser entregue numa instituiçao DIFICILMENTE sera uma criança feliz ( eu sei que ha quem defenda que sao muito felizes...mas vao a uma instituição e tentem ver aqueles sorrisos que nos mostram quando lhes damos um carinho, um beijo, um abraço, a felicidade que sentem nesse momento, como se estivessem a receber o melhor presente da vida deles!! E isto porque muitas vezes sao privados destes pequenos momentos...Mas tambem ha casos diferentes: Ha casos em que as crianças sao muito felizes,mesmo ao principio nao terem sido desejadas... É apenas a minha maneira de pensar e por isso pedia que dissessem a vossa maneira de ver este assunto que podemos por vezes pensar que nao temos nada a haver com aquilo, sao problemas dos outros...Mas nao sao! E por vezes ha pessoas que apenas percebem isso quando os problemas lhes batem à porta....

 

 

sinto-me:
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publicado por dreia92 às 21:06
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A escada sem corrimão...


É uma escada em caracol
E que não tem corrimão.
Vai a caminho do Sol
Mas nunca passa do chão.


Os degraus, quanto mais altos,
Mais estragados estão,
Nem sustos nem sobressaltos
servem sequer de lição.

Quem tem medo não a sobe
Quem tem sonhos também não.
Há quem chegue a deitar fora
O lastro do coração.

Sobe-se numa corrida.
Corre-se p'rigos em vão.
Adivinhaste: é a vida
A escada sem corrimão.
sinto-me:
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publicado por dreia92 às 20:35
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Sexta-feira, 12 de Janeiro de 2007

Saudade...

A saudade...palavra que apenas vem nos dicionários de Lingua Portuguesa, mas que todas as pessoas em todas as partes do mundo ja sentiram, mesmo nao sabendo o que era... Um sentimento universal que nos olhares mais tristes, mas ansiosos, consegue descobrir.se que ali habita a saudade..a saudade de alguem, de algo...A saudade que por muito que tentemos nao conseguimos tirar da cabeça nem do coração...Na aula de portugues, disseram que a saudade é um misto de tristeza e de alegria... Tristeza porque sentimos aquela falta irremediavel daquela pessoa tao especial que esta longe e alegria porque nos apenas podemos ter saudade de algo que vivemos de bom e de positivo...Aquilo que nunca vamos esquecer pelos bons motivos. Nunca tinha visto a saudade por este ponto de vista mas pensando bem, esta maneira de pensar tem alguma razão. É como a frase: " Ninguem consegue saber o que é a felicidade se nao conhecer a tristeza.."

sinto-me:
publicado por dreia92 às 23:54
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Este é 1 mundo grande...

Estava a ler uma revista, quando encontrei este poema e achei.o tao bonito que decidi partilhar:

Conheço um menino
que nao ouve nada
Vive nesse mundo
em que a musica é nada.

Pode nao ouvir,
mas consegue comunicar.
Consegue sentir
o carinho ao abraçar

Vi uma menina
que nao podia andar,
pediu-me ajuda
Para caminhar.

Dei-lhe a mao
E acreditei
No fundo do coração
Que a ajudarei.

Tenho um amigo
Que esta sempre comigo.
Por fora é adulto,
Por dentro é menino

Este é um grande mundo
onde todos cabemos.
De iguais que somos,
Diferentes parecemos...

in "jovens"

sinto-me: Cheia de sono...
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publicado por dreia92 às 23:41
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Sexta-feira, 5 de Janeiro de 2007

Na selva...

Hoje sem duvida alguma deu-me para escrever... Na verdade, lembrei-me de uma historia....
" Na selva todos os dias de manha, um leao acorda e começa a correr para caçar a gazela...Todas as manhãs a gazela acorda e começa a correr para conseguir fugir do leão... De manhã, quando acordares, nao penses se és a gazela ou o leao...Começa a correr!"
sinto-me: ainda um pouco cansada
música: Cd de Andre Sardet
publicado por dreia92 às 22:26
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Parabens!!!!!!!!

Nao podia deixar passar o dia de hoje sem escrever algo de um grande (mas mesmo grande..lol) que hoje faz 15 aninhos... Mais uma pessoa que conheço desde os 3 anos nao fosse ele da minha turma. O primo da joana (que hoje- talvez por castigo- estava afónica, afinal cá se fazem, cá se pagam...) mas realmente um primo mt afastado... Ainda me lembro no 7º ano daquele trabalho sobre o Tsunami no sudoeste asiatico, que foi um dos trabalhos de area projecto que mais me diverti ate hoje ( depois com aquela apresentaçao com a reboxa, a fazer uma simulaçao de tremor de terra...so rir) e que por vezes jogavamos stop (nem me falem em stop, depois do ano passado, acho que nao vou jogar stop durante muito mas muito tempo...) Com esta conversa toda apenas quero desejar.te que estes 15 anos sejam 5 estrelas assim como todos os outros que hao de vir (e que eu ei de ver lol)... Apenas desejo que sejas muito mas muito mas mesmo muito feliz!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! 
sinto-me: cançada da aula de Ed. Fisica
música: Foi feitiço- andre sardet
publicado por dreia92 às 22:03
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